quarta-feira, 29 de julho de 2009

Pegadas na Areia

Uma noite eu tive um sonho:
Sonhei que estava andando na praia com o Senhor, e através do céu, passavam cenas da minha vida. Para cada cena que se passava, percebi que eram deixados dois pares de pegadas na areia; Um era meu e o outro era do Senhor.
Quando a última cena da minha vida passou diante de nós, olhei para trás, para as pegadas na areia, e notei que muitas vezes, no caminho da vida, havia apenas um par de pegadas na areia.Notei também que isto aconteceu nos momentos mais difíceis e angustiosos do meu viver. Isso aborreceu-me.
Então perguntei ao Senhor:- Senhor, Tu me disseste que, uma vez que resolvesse Te seguir, Tu andarias sempre comigo, em todo o meu caminho, mas notei que durante as maiores tribulações do meu viver, havia apenas um par de pegadas na areia. Não compreendo porque nas horas em que mais necessitava de Ti, Tu me deixastes...
O Senhor respondeu: - Meu precioso filho, eu te amo, e jamais te deixaria nas horas de tua prova e de teu sofrimento. Quando vistes na areia apenas um par de pegadas, foi exatamente aí, que eu te carreguei nos Braços.

segunda-feira, 27 de julho de 2009




A vinda de Cristo

É da maior importância notarmos a diferença que existe nas Escrituras entre o arrebatamento e a vinda de Cristo. O arrebatamento não deveria ser confundido com a vinda de Cristo pois, embora o Senhor venha dos céus em ambas ocasiões, o arrebatamento e a vinda de Cristo são eventos completamente diferentes.
O arrebatamento ocorrerá quando o Senhor vier para os Seus santos (Jo. 14:2,3); na Sua vinda, Cristo virá com os Seus santos, os quais foram levados para a glória no arrebatamento (Judas 14; Zac. 14:5).
O arrebatamento pode acontecer a qualquer momento, enquanto que a vinda de Cristo não acontecerá até cerca de 7 anos depois do arrebatamento. No arrebatamento o Senhor virá secretamente, em um piscar de olhos (I Co. 15:52); na Sua vinda Ele virá publicamente e todo olho O verá (Ap. 1:7).
No arrebatamento Ele virá para livrar a igreja (I Tess. 1:10); na Sua vinda Ele virá para livrar Israel (Sl. 6:1-4).
No arrebatamento Ele virá encontrar a Sua igreja nos ares, pois trata-se do Seu povo celestial (I Tess. 4:15-18); na Sua vinda Ele voltará para a terra (o Monte das Oliveiras), para Israel, pois é o Seu povo terrenal (Zac. 14:4,5).
No arrebatamento, é o próprio Senhor Quem reunirá os Seus santos (I Tess. 4:15-18; II Tess. 2:1); na Sua vinda os ímpios serão tirados do mundo, pelos anjos, para julgamento e os que crêem (aqueles que se converteram por meio do evangelho do Reino, que será pregado durante a tribulação) serão deixados para desfrutar de bênçãos sobre a terra (Mt. 13:41-43; 25:41).
No arrebatamento Ele virá para livrar Seus santos (a igreja) da ira vindoura (I Tess. 1:10); na Sua vinda Ele virá para derramar a ira (Ap. 19:15).
No arrebatamento Ele virá como Noivo, para receber Sua noiva, a igreja (Mt. 25:6-10); na Sua vinda Ele virá como o Filho do Homem em juízo sobre os que O rejeitaram (Mt. 24:27,28).
No arrebatamento Ele virá como a "Estrela da Manhã" que aparece logo antes do dia raiar (Ap. 22:16); na Sua vinda Ele virá como o "Sol de Justiça", que é o próprio amanhecer (Mal. 4:2).
No arrebatamento Ele virá sem quaisquer sinais, pois o Cristão anda por fé e não por vista (II Co. 5:7); a Sua vinda, será acompanhada de sinais, pois os Judeus buscam sinais (Lc. 21:11,25-27; I Co. 1:22).
As Escrituras nunca dizem que, no arrebatamento, o Senhor virá "como ladrão, à noite." Na vinda do Senhor, isto sim, Ele virá como um ladrão à noite (I Tess. 5:2; II Pd. 3:10; Mt. 24:43; Ap. 16:15; 3:3). Em um certo sentido, existem três vindas; Sua vinda para o que era Seu (quando veio ao mundo, Jo. 1:10,11: Hb 10:7), Sua vinda para os que são Seus (no arrebatamento, Jo. 14:2,3; I Tess. 4:15-18), e Sua vinda com os que são Seus (na vinda de Cristo, Jud. 14).

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terça-feira, 7 de julho de 2009

Confiar em Deus


O profeta Isaías, ao se referir à grandeza de Deus e à confiança que nEle deve ter o homem, diz: “Os que esperam no Senhor, adquirirão sempre novas forças, tomarão asas como de águia, correrão e não fatigarão, andarão e não desfalecerão.” Isaías 40:31 É muito singular que o Profeta compare os que confiam no Senhor às águias. É que elas têm uma forma toda especial de enfrentar as tempestades. Quando se aproxima uma tempestade as águias abrem suas asas, capazes de voar a uma velocidade de até noventa quilômetros por hora, e enfrentam a tormenta. Elas sabem que acima das nuvens escuras e das descargas elétricas, brilha o sol. Nessa luta terrível elas podem perder penas, podem se ferir, mas não temem e seguem em frente. Depois, enquanto todo mundo fica às escuras embaixo, elas voam vitoriosas e em paz, lá em cima. Confiança que traduz certeza é o seu lema. Para além da tormenta, brilha o sol, e o sol elas buscam.Na morte, as águias também dão excelente lição de confiança. Como todos os seres vivos, elas também morrem um dia. Contudo, alguma vez você já se deparou com o cadáver de uma águia? É possível que já tenha visto o de uma galinha, de um cachorro, de um pombo. Quem sabe até de um bicho do mato nessas extensas estradas de reserva ecológica. Mas, com certeza nunca encontrou um cadáver de águia. Sabe por quê? Porque quando elas sentem que chegou a hora de partir, não se lamentam nem ficam com medo. Localizam o pico de uma montanha inatingível, usam as últimas forças de seu corpo cansado e voam naquela direção. E lá esperam, resignadamente, o momento final. Até para morrer, as águias são extraordinárias.Quando, por ventura, você se deparar com um momento difícil, em que as crises aparecem gerando outras crises, não admita que o desânimo se aposse das suas energias. Eleve-se acima da tempestade, através da oração. Pense que Deus é o autor e o sustentador de todo o bem. Pequenos dissabores que estejam atingindo você são convites a reexame dos empecilhos que enchem a estrada da sua vida. Discórdia é problema que está pedindo ação pacificadora. Desarmonias domésticas são exigência de mais serviço aos familiares. Doença é processo de recuperação da verdadeira saúde. Até mesmo a presença da morte não significa outra coisa senão renovação, e mais vida. Pense nisso: Sempre que as aflições visitem seu lar em forma de enfermidade ou tristeza, humilhação ou desastre, não se entregue ao desalento. Recorde que, se você procura pelo socorro de Deus, o socorro de Deus também está procurando alcançar você! Se a tranqüilidade parece demorar um pouco, persevere na esperança, lembrando que o amparo de Deus está oculto ou vem vindo.

 
©2007 '' Por Elke di Barros