quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Não Adorar Imagens, Como Entender?

Como Entender a Proibição de Não "Se encurvar nem servir" a imagens? Não servir de qual maneira?

O entendimento é que as imagens não devem ser objetos de nenhuma adoração, veneração ou reverência. A proibição de encurvar-se compreende: ajoelhar-se, inclinar o corpo ou a cabeça; tocar as imagens numa demonstração de devoção e respeito; beijá-las, coroá-las, levá-las em procissão em atitude de contemplação. A proibição de não servir as imagens compreende: não servi-las com lágrimas, com flores, com festas, cânticos, vigílias, rezas, sacrifícios, velas, ofertas em dinheiro ou em alimentos. Outras passagens bíblicas realçam a proibição do Segundo Mandamento:

"Eu sou o Senhor. Este é o meu nome. A minha glória a outrem não a darei, nem a minha honra às imagens de escultura" (Isaías 42.8).

"Não façam imagem alguma na forma de ídolo, semelhança de homem ou mulher (Deuteronômio 4.15-19).

"E terás por contaminados a prata e o ouro que recobre as imagens de escultura. Lança-las-ás fora como coisa imunda" (Isaías 30.22).

"Mudaram a glória de Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis" (Romanos 1.23).

"Nada sabem os que conduzem em procissão suas imagens de escultura" (Isaías 45.20).

"Os que se apegam aos ídolos vãos afastam de si a sua própria misericórdia" (Jonas 2.8).

"Mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram a criatura em lugar do Criador, que é bendito eternamente" (Romanos 1.25).

Salmo 115.4-8
Os ídolos deles são prata e ouro, obra das mãos dos homens.
Têm boca, mas não falam; olhos têm, mas não vêem.
Têm ouvidos, mas não ouvem; narizes têm, mas não cheiram.
Têm mãos, mas não apalpam; pés têm, mas não andam; nem som algum sai da sua garganta.
A eles se tornem semelhantes os que os fazem, assim como todos os que neles confiam.
Ver Salmos 135
"Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a Ele servirás" (Mateus 4.10).
Autor: Pr Airton Evangelista da Costa

0 comentários:

 
©2007 '' Por Elke di Barros